Arquivos

Categorias
Todas as mensagens
 Dr. Hóllon
 Me. Empresa Ecológica
 Mr. Controller
 Sr. IASB
 O Auditor

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 IASB - International Accounting Standard Board
 CPC - Comitê de Proununciamentos Contábeis
 Artigo - Sistema contábil para gestão da ecoeficiência empresarial
 Artigo - Sustentabilidade e Contabilidade
 Artigo - Investimentos ambientais e redução de gastos
 Artigo 2010 - Como medir ecoeficiência empresarial?




Grupolytá, o prisma da contabilidade
 

Me. Empresa Ecológica



 
 

Agora sim! Energia solar ...

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/album/Barco_solar_album.jhtm?abrefoto=1#fotoNav=7

 

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/album/Barco_solar_album.jhtm?abrefoto=1#fotoNav=8

 

Isso sim é reportagem que informa sobre a inteligência humana! Capacidade de se integrar aos ecossistemas.



Escrito por Cassio Vellani às 13:55
[] [envie esta mensagem
] []





 
 

Questão 48 do Exame CFC 2011_1



Escrito por Cassio Vellani às 16:50
[] [envie esta mensagem
] []





 
 

Questão 1 do Exame CFC 2011_1



Escrito por Cassio Vellani às 15:31
[] [envie esta mensagem
] []





 
 

Parceria UNAERP e prefeituras



Escrito por Cassio Vellani às 17:32
[] [envie esta mensagem
] []





 
 

Lei 12.305_nova Lei sobre a Política Nacional dos Resíduos Sólidos



Escrito por Cassio Vellani às 13:24
[] [envie esta mensagem
] []





 
 

The future!

O poste verde

 

A Philips  apresentou no ano passado o projeto de iluminação urbana chamado Light Blossom, que são postes  de LED´s, que além de usar a energia do sol também usa a do vento para gerar eletricidade. 

Como Funciona?

Os postes têm “pétalas” que se abrem e seguem a luz do sol, e dependendo da força do vento podem girar, gerando energia.  Quando anoitece, essas “pétalas” se fecham formando um ponto de luz.  O projeto se mostra mais eficiente que outros por que sua luz só fica mais forte quando tem alguém por perto.

 

Movimento das "pétalas" do poste.

 

Imaginando a implantação desse projeto no Brasil todo, o país economizaria 9,7 bilhões de kWh/ano, e se consideramos o valor que a CPFL Paulista cobra por kW na cidade de Ribeirão Preto/SP (R$,32), chegaríamos a um valor de R$3,1 bilhões por ano.

Veja o vídeo.

 

 



Escrito por Cassio Vellani às 09:01
[] [envie esta mensagem
] []





 
 

Realeza Ecológica

 

Sustentabilidade Empresarial e Contabilidade?

Sim! Virou moda mesmo! Até o príncipe da  Inglaterra misturou contabilidade com sutentabilidade. E tem brasileiro no meio: Nelson Carvalho integrará o Comitê Internacional para Relatórios Integrados, o IIRC (International Integrated Reporting Committe).

Esse comitê visa discutir um padrão para as empresas divulgarem informações econômicas, ecológicas e sociais. Esse projeto compreende uma iniciativa do GRI e da A4S (Accounting for Sutainability), liderado pelo Príncipe Charles.

Me. Empresa Ecológica tem a solução para a divulgação da ecoeficiência, que está descrita em seu artigo intitulado “Como medir ecoeficiência empresarial?” e aprovado no SEMEAD 2010 da FEA-USP.   

 

Saudações Verdes.

Me. Empresa Ecológica do Grupolytá.

 

Referências

http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=67&codConteudo=4906

 



Escrito por Cassio Vellani às 14:33
[] [envie esta mensagem
] []





Novas oportunidades verdes


No dia 2 deste mês o presidente Lula sancionou a nova lei de resíduos sólidos, que responsabiliza os fabricantes pela destinação final de seus produtos ao final da sua vida útil. A chamada logística reversa, se aplica a linha eletro-eletrônico, computadores, no-breaks, pilhas, baterias, e outros.


Essa nova regra além de ser ótima para o meio ambiente traz oportunidades econômicas. Segundo o jornalista Sergio Abranges uma delas é uma possível redução no custo de produção.
Ainda segundo Sergio Abranges, depois de coletados os produtos são desmontados, separam-se as peças reutilizáveis e recicláveis daquelas que devem ser  destruídas de forma correta. Com a utilização das peças reutilizáveis o custo com matéria prima pode cair, alem de se poder gerar receita com a venda dos materiais recicláveis.


Outra oportunidade seria diante das empresas importadoras que terão responsabilidade pelo descarte dos equipamentos que vendem, já que a lei não atinge empresas estrangeiras. Abrindo mercado para organizações  especializadas em logística reversa, que cuidarão da coleta, separação e destino final de produtos de terceiros.

Isso pode gerar oportunidades e efeitos positivos tanto na área ambiental, econômica e social.


Referência: [1]
Ismel Colosi
Connecct - Assessoria em Comunicação Digital

 



Escrito por Cassio Vellani às 13:53
[] [envie esta mensagem
] []





 
 

Resultados do paper

 

Pela Contabilidade da Gestão Ambiental teorizada por Vellani e Ribeiro (2009), a medição não compreende apenas dividir de maneira simplista e cartesiana, dois valores. Significa identificar a função das atividades ambientais. Amplia-se a visão do que significa ecoeficiência. Por exemplo, uma empresa apresenta valor adicionado igual a R$1.000 e investimento interno em meio ambiente, referente a pagamento de multas, igual a R$50. A ecoeficiência, pela fórmula da WBCSD (2000), ficaria igual a 1.000 / 50 = 20. Num outro período, imagina-se que a empresa passa a gastar R$50 para tratar o resíduo que causava as multas. A ecoeficiência segundo a fórmula da WBCSD (2000) continuaria, equivocadamente, igual a 1.000 / 50 = 20. Mas na verdade, houve algum aumento da ecoeficiência ao reduzir a poluição com o tratamento de resíduos e ganho econômico ao deixar de pagar multas.

A fórmula da ilustração I não consegue captar aumentos na ecoeficiência empresarial. Observa-se que a ecoeficiência pode ser medida ao identificar atividades ambientais com potencial para reduzir a poluição e gerar benefícios econômicos. De forma complexa e não linear, a ecoeficiência pode ser medida com visualizações do impacto das atividades ambientais nos fluxos físicos e monetários do sistema empresa. Ponto positivo para a proposta de Vellani e Ribeiro (2009). Em ciência, não se utiliza melhor, mas pontos positivos e negativos são identificados.

Este trabalho encontra pontos negativos na aplicação da fórmula Ecoeficiência = Valor Adicionado / Impacto Ambiental. Já a proposta da Contabilidade da Gestão Ambiental com seu ‘Sistema de Gestão Física e Monetária da Ecoeficiência Empresarial’ apresenta-se mais adequada. Haja vista, mais estudos são necessários para maiores inferências.

Contudo, este artigo busca uma resposta para a seguinte pergunta de pesquisa: como medir a ecoeficiência empresarial? Por enquanto, pode-se concluir que a fórmula Ecoeficiência = Valor Adicionado / Impacto Ambiental, exposta por WBCSD (2000), mostra-se não adequada para medir e gerenciar a ecoeficiência empresarial. Uma proposta chamada de Contabilidade da Gestão Ambiental, apresentada e testada por Vellani e Ribeiro (2009), pode ser uma solução para a gestão da ecoeficiência empresarial.

Os resultados de Vellani e Ribeiro (2009) apontaram que a Contabilidade da Gestão Ambiental pode ser coerente teoricamente e aplicável em todas as 608 atividades ambientais de diversas empresas de diferentes setores. Falta agora, empresas utilizarem-na e pesquisadores relatarem, via artigos, a aplicação do ‘sistema de gestão física e monetária da ecoeficiência empresarial’. Pesquisas futuras são sugeridas nessa direção, além de artigos para testar outras propostas de gestão e medição de ecoeficiência empresarial.

Investidores, trabalhadores, sociedade e governo desejam empresas com capacidade de se manter. Sustentabilidade Empresarial significa integrar os três desempenhos necessários para as empresas se manterem. A integração de dois deles, desempenho econômico e desempenho ecológico, chama-se ecoeficiência. Evidenciar atividades e resultados nessa direção pode valorizar a empresa. A Contabilidade da Gestão Ambiental pode ser um instrumento para gerenciar, aumentar e divulgar a ecoeficiência empresarial.



Escrito por Cassio Vellani às 14:19
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]